Com baixa taxa de renovação, Assembleia Legislativa de MS mantém estabilidade e apenas três deputados perdem a reeleição
- Política
- 05/10/2026 07:34
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems) registrou uma das menores taxas de renovação de sua história. Apenas três deputados estaduais que disputaram a reeleição não conseguiram manter os cargos: Lia Nogueira (PSDB), Júnior Mochi (MDB) e Antônio Vaz (Republicanos).
Ao todo, o índice de renovação do legislativo estadual ficou em 30%. O percentual foi impactado não só pelas derrotas nas urnas, mas também por parlamentares que buscaram outros cargos ou enfrentaram pendências judiciais:
Júnior Mochi (MDB): Obteve 23.384 votos, mas ficou fora porque o MDB não alcançou o quociente eleitoral necessário para garantir duas vagas, elegendo apenas o ex-governador André Puccinelli.
Antônio Vaz (Republicanos): Alcançou 19.062 votos, mas perdeu espaço dentro do próprio partido para Renato Câmara (ex-MDB).
Lia Nogueira (PSDB): Registrou 16.703 votos e não conseguiu votos suficientes para conquistar o segundo mandato.
Mara Caseiro (PL) e Roberto Hashioka (Republicanos): Disputaram vagas na Câmara dos Deputados. Mara foi eleita deputada federal, enquanto Hashioka não obteve êxito.
João Henrique Catan (Novo): Concorreu ao governo do Estado e terminou a disputa em 3º lugar, com 7,26% dos votos válidos.
Jamilson Name (PP): Recebeu 35.072 votos, mas teve a candidatura indeferida por decisão monocrática do ministro Sebastião Reis Júnior (TSE). Caso a decisão seja revertida pelo plenário do TSE e os votos sejam validados, a recontagem pode alterar o resultado e tirar a vaga do veterano Londres Machado.
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