Durante a agenda pública do governador em exercício José Carlos Barbosa, o Barbosinha (PSD), realizada em Costa Rica, na última quarta-feira, 7 de janeiro de 2026, o deputado federal Geraldo Resende (PSDB) falou ao Hora da Notícia sobre o cenário político e as articulações em curso para as eleições de 2026.
Resende afirmou que, caso não consiga espaço no bloco governista, já articula outros caminhos. Uma das possibilidades é a filiação ao PV, partido federado com o PT, que atualmente conta com dois deputados federais.
O grupo liderado pelo governador Eduardo Riedel (PP) e pelo ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) ainda não definiu o destino dos deputados federais do (PSDB) segundo Resende.
Nesse contexto de indefinições, os parlamentares Dagoberto Nogueira (PSDB) e Beto Pereira (PSDB) avaliam a possibilidade de migrar para o Republicanos, hipótese que não agrada a Resende.“Não tenho afinidade com partidos extremistas e dificilmente acompanharia os colegas nesse movimento. Tenho defendido a permanência do trio no PSDB”, destacou o deputado Geraldo Resende.
O deputado afirmou que o grupo governista enfrenta dificuldades na montagem das chapas, já que precisa administrar pelo menos cinco partidos prioritários: PL, PP, PSDB, PSD e Republicanos. O PL é a nova sigla de Reinaldo Azambuja, enquanto o PP está sob liderança de Eduardo Riedel. Já PSDB, Republicanos e PSD receberam a promessa de serem fortalecidos pela dupla em Mato Grosso do Sul.
Resende enfatizou que existe o compromisso de manter os três deputados federais no PSDB, destacando que essa permanência representa, em sua avaliação, o caminho mais coerente para assegurar estabilidade política em Mato Grosso do Sul.
Hora da Notícia
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